Das minhas memórias adormecidas
Da minha infância querida
Foram trazidas à tona...
Por um amigo tão distante
E tão perto de mim....
Saudades dos sons, dos cheiros, dos gostos, das imagens...
Saudades do homem do saco (um mendigo que batia à nossa porta toda semana)
Do vendedor de leite de cabra ( que subia a rua gritando: - Olha o leite de cabra... quentinho!!!)
Do amolador de facas ( com o som melodioso de seu apito)
Do seu Zé do bar da esquina (quantos doces, chicletes, mortadela, pães foram comprados lá...)
Hoje... existem apenas em minha memória.
Meu amigo... sou-te grata pelo despertar de minhas memórias tão queridas
Há tanto de você em mim...
Quanto de mim... em você.

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